"De onde surgiu essa flor de beleza tão inusitada? - ‘Brotou desse ramo rústico’, respondeu-me alguém da sacada. Mas, então, a minha esperança também pode brotar do sofrimento árido... De repente, notei, já era maio, meu mês de nascer, não de chorar. Meu tempo de flor. Essa flor do improvável."
"Definitivamente, hoje eu não sei o que quero, se rir ou se chorar. Nem sei bem os meus motivos. Hoje minha casa está suja mas minha alma está limpa. Isso me consola. Visto a camisola - acho que vou dormir até o dia de hoje passar. Amanhã saberei o que fazer."